jueves, 18 de octubre de 2018

A Guerra Desnecessaria, Messopotamia Angolana, Ruacana

A Guerra Desnecessaria: A Messopotamia Amgolana, Ruacana (Portugués) Tapa blanda – 14 oct 2018


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A Revolução dos Cravos
A Revolução dos Cravos é o nome dado ao levantamento militar do dia 25 de abril de 1974 que provocou a queda da ditadura salazarista que dominava Portugal desde 1926.
Nos territórios do Ultramar, ocorriam revoltas que obrigavam a ditadura portuguesa a manter o controlo pela força das armas. Para isso, Portugal viu-se obrigado a investir milhões de escudos, na tentativa vã de pacificar as colónias.
No mês de fevereiro de 1974, Marcelo Caetano viu-se obrigado a destituir o general António de Spínola, porque este tentava modificar o rumo da política colonial portuguesa.
Spínola tinha conquistado fama entre os oficiais do exército depois da publicação do seu livro Portugal e o Futuro, no qual defendia que não se devia continuar com a guerra colonial em África, mas sim procurar uma «solução política» para o conflito.
António Sebastião Ribeiro de Spínola nasceu em Estremoz (Portugal) a 11 de abril de 1910 e faleceu em Lisboa a 13 de agosto de 1996. Militar e político, foi o décimo quinto presidente da República Portuguesa (o primeiro após o golpe de 25 de abril de 1974).
Em 1920, ingressou no Colégio Militar de Lisboa, de onde transitou dez anos depois para a Academia Militar e, em 1939, foi nomeado tenente no quartel-general da Guarda Nacional Republicana.
Dizem os seus inimigos que era germanófilo. Tinha estudado na Alemanha e, em 1941, participou no cerco a Leninegrado, juntamente com outros voluntários portugueses.
Foi nomeado governador militar da Guiné [Bissau] em 1968 e novamente em 1972, em pleno auge da guerra colonial.
Em novembro de 1973, após o regresso à metrópole, foi chamado por Marcelo Caetano para desempenhar o cargo de ministro do Ultramar, o que ele recusou por não aceitar a intransigência governamental em relação às colónias.
A 17 de janeiro de 1974, foi nomeado Vice-Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, por sugestão do então CEMGFA, general Costa Gomes.
No dia 17 de março, o governo destituiu Spínola do cargo que desempenhava. Foi uma atitude decisiva e tornou possível que o Movimento das Forças Armadas (MFA) o acolhesse na qualidade de oficial superior opositor do regime de Caetano.
O MFA nasceu secretamente em 1973, como resultado da conspiração de alguns oficiais do exército, preocupados com questões profissionais, que depois se politizaram.
Em março de 1974, um grupo de oficiais do MFA ensaiou uma sublevação num regimento de infantaria na cidade das Caldas da Rainha, com intenção de marchar sobre Lisboa. O chamado Levantamento das Caldas fracassou nesse mesmo dia. Como consequência, o regime de Marcelo Caetano respondeu com uma campanha de espionagem no interior do exército, ordenando detenções e transferências para outras guarnições.
No início, os esforços desenvolvidos pelo MFA não correspondiam ao interesse do povo português nem ao das províncias ultramarinas, uma vez que o movimento não se iniciou como uma tentativa de libertar Portugal do regime do Estado Novo, mas sim como uma rebelião contra as novas leis militares que iam ser promulgadas: os decretos-lei nº 353, de 13 de julho de 1973, e nº 409, de 20 de agosto.
Ao que parece, a revolta e todo o movimento eram uma forma de oposição às leis que pretendiam reduzir os gastos militares e reorganizar todas as forças militares portuguesas.
Os jovens graduados das academias militares estavam ressentidos com um programa apresentado por Marcelo Caetano, o qual previa que os oficiais regressados das possessões ultramarinas que tivessem completado um breve programa de capacitação pudessem ter a mesma patente militar que os graduados das academias militares que nunca tivessem combatido nas guerras coloniais.
A «revolução» iniciou-se às 22:55 horas do dia 24 de abril de 1974. No dia 25 de abril, às 00:25 horas, a Rádio Renascença transmitiu a canção Grândola, Vila Morena, que constituiu a segunda senha acordada com o MFA para desencadear a ocupação de pontos estratégicos do país, mediante uma série de ações de coordenação desenvolvidas a partir de um posto de comando montado pelo major Otelo Saraiva de Carvalho no quartel da Pontinha, em Lisboa.
Seis horas mais tarde, o regime ditatorial desmoronava-se. A partir da 1:00 hora do dia 25 de abril, as guarnições das principais cidades (Porto, Santarém, Faro e Braga) decidiram acatar as ordens do MFA, ocupando aeroportos e aeródromos, bem como as instalações do Governo Civil. A ditadura perdeu o controlo do país sem resistência.
Estava-se na época do ano em que florescem os cravos e muitos militares, em vez de os colocarem na lapela dos uniformes, decidiram prendê-los nas espingardas. Daí o nome de Revolução dos Cravos.


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lunes, 15 de octubre de 2018

La misma retórica victimista de la Dictadura Totalitaria


Uno de los hijos de la testaferrería del régimen, de forma planhidera y victimista nos viene con el mismo cuento
Fernández de Cossío (el apellido no les es familiar en el cuerpo de otra persona?) nos viene con el manido cuento de que altos funcionarios del gobierno norteamericano fabrican pretextos. No será que intentan revertir todo lo que han hecho los testaferros de la dictadura desde el momento en que el gobierno de los Estados Unidos informó de los graves padecimientos contraídos por sus funcionarios en territorio de una Cuba subyugada por un régimen comunista?
Aclaró que la dictadura mantendrá su postura intransigente en cuanto al desconocimiento de los hechos, e intentará (con todas las fuerzas que le restan) en convencer a la opinión pública internacional de que su falta de interés en proteger al Cuerpo Diplomático acreditado ante la dictadura no es de su responsabilidad. Insiste, por enésima vez, en que la responsabilidad la tiene el “bloqueo imperialista” que en definitiva es el responsable de la desprotección de los diplomáticos norteamericanos (incluyo aquí a los canadienses).
Sin embargo, Cossío no dice que la irresponsabilidad de la dictadura totalitaria neofeudal, no cuenta con el respaldo de la población cubana y mucho menos la de los cubanos residentes en los Estados Unidos y en otras muchas partes del mundo. Tampoco dice que el régimen que Cossío representa nunca fue elegido por el pueblo cubano en elecciones libres y democráticas, sino por un sistema electoral corrupto por fraudulento y nepotista. Imposible que el pueblo cubano pueda, bajo ese régimen, determinar soberanamente su destino.
Negar que diplomáticos de Canadá y los Estados Unidos se hayan visto afectados (en su integridad física) dentro del territorio secuestrado por un régimen de oprobio y tener la osadía de decir que eso no es otra cosa que “acusaciones infundadas” es de tan bajo nivel moral, que hasta me cuesta creer que una persona como Cossío se atreva a asumirlo como propio. Eso me hace pensar que hasta el propio Cossío está secuestrado por la dictadura. Por supuesto que no solamente los norteamericanos (incluyendo a los canadienses por supuesto) sino todos los diplomáticos destacados en el territorio secuestrado por la dictadura, se encuentra en peligro de sufrir iguales ataques sónicos, hasta ahora de procedencia desconocida.
De lo que se trata no es de culpar a la dictadura, sino hacerla responsable de la inseguridad del personal diplomático. No puede ser que en un país acontezca un problema con el personal diplomático acreditado y dicho régimen a lo único que se dedique sea a reprochar que la otra parte se queje.
Acaso esto no tiene nada que ver con los derechos humanos? Por supuesto que tiene y mucho. Un régimen que no respeta los derechos humanos de sus conciudadanos, no respeta nada ni a nadie.
Por último, Cossío desconoce todas las reuniones bilaterales realizadas en los últimos meses entre la dictadura y el gobierno de los Estados Unidos y solo dice que el gobierno de los Estados Unidos solo realiza “acusasiones” fraudulentas y campanhas difamatorias.
El planteamiento de Cossío es inmoral, tal como su régimen de oprobio.
El resto del artículo son una sarta de sandeces.
Mientras la dictadura totalitaria mantenga su política de confrontación e implantación de su fallada doctrina socialista al resto del mundo, como viene haciendo desde 1959, estará atacando a todos los pueblos que desean la paz.  
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domingo, 23 de septiembre de 2018

La Industria Militar Rusa y las Sanciones


La Industria Militar Rusa y las sanciones de USA

Las sanciones a China, debido a la compra de armamento ruso ha provocado una reacción inmediata de Moscú. Esto tiene un significado muy claro. Putin no esperaba las sanciones.
No es que defienda, o no, su industria militar, sino que no tiene como hacerlo.

Muchas pataletas (histeria sancionadora)(competencia desleal). La verdad es que no logran reaccionar económicamente y se aproximan (a pasos acelerados) a la incompetencia soviética.
No se trata de que Moscú se asuste. Se trata de que los que pretendan comprar, sepan a lo que se deben atener.
Porque los compradores saben perfectamente que las armas rusas son de inferior calidad, pues los rusos carecen de la moderna tecnología, que no se logra en veinte ni en treinta anhos.
De manera que, el armamento ruso, es más inseguro, menos eficiente, pero eso sí, mucho más barato y de muy fácil manejo.

El moderno caza ruso Su-35 es capaz de detenerse en el aire


La firma china fue amonestada por adquirir a Moscú aviones de combate Su-35 y los sistemas antiaéreos S-400, uno de los orgullos de la industria armamentista de Rusia.


Las sanciones contra empresas militares no se entrometen en las políticas de seguridad de ningún estado. Es tan solo una forma de “impuesto” a una transacción no muy legal que digamos.
Por supuesto, que todos sabemos que los regímenes totalitarios, aquellos que no respetan los derechos humanos y los petro-monárquicos, aquellos que alimentan la yihad islámica, mantendrán una postura intransigente y proseguirán comprando el armamento ruso, pero a precio de armamento occidental.

Podrán decir lo que se les antoje, pero de que las sanciones 
repercutirán en los planes de los clientes, lo pueden dar por seguro. 
Las sanciones traen por resultado, que la compra de dichos 
armamentos resulte tan cara como si lo comprasen en el mercado 
occidental.
Lo que no acaban de entender los rusos es que, menos ellos, el resto 
del mundo se rige por los precios del mercado. Y que para defender 
la “soberanía nacional” (léase dictaduras totalitarias) necesiten que 
el armamento no sea de factura occidental, aunque sea menos 
eficiente, pero a precios razonables.
A nadie le interesa comprar marcas blancas a precio de marcas 
establecidas.


Los representantes de Moscú dicen que no, que no les afecta, sin embargo, la forma planhidera con que se manifiestan, sacando a colación que el contrato se había firmado anhos atrás y que Pekín solo había recibido una parte de lo acordado, me hacen pensar que les duele y mucho.

Por otra parte, es de párvulos decir que Moscú se planteará reducir, al mínimo, el diálogo militar con Washington, agregando “salvo en temas relacionados con la seguridad nuclear”. Quienes serían los más perjudicados?

Consejos para aquellos comunistas descerebrados que van por las calles hablando estupideces:
Los Estados Unidos no amenaza a ningún país democrático y de sistema económico de libre mercado. El gobierno de los E.U. actúa en contra de aquellos que pretenden imponer a los pueblos, dictaduras totalitarias y regímenes de terror islámico.

Para los neófitos en la materia, es bueno aclarar que el “Eurofighter Typhoon” es de tecnología occidental (USA). No es tecnología propia de ningún país europeo.
Y se me hace necesaria una aclaración: Espanha no entró dentro de la ayuda económica llamada “Plan Marshall” debido a que la dictadura
franquista (socialista por falangista, aunque no estalinista) no era una democracia de libre mercado.




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sábado, 11 de agosto de 2018

Tuve muchas más razones para irme de Cuba

Por Mario Riva MoralesP

En respuesta al trabajo de Ana León:
https://www.cubanet.org/destacados/tengo-razones-para-quedarme-en-cuba/

Tengo razones para quedarme en Cuba

Al contrario de lo que le ocurre a Ana, yo no necesito que alguien o algunos, se solidaricen conmigo. De lo que sí estoy seguro es, de que (sin proponérmelo), son muchos los que han leído mi libro "La Guerra Innecesaria" y otros muchos los que pretenden hacerlo.
Mucho que me han sorprendido las opiniones de amigos, que el tiempo y los vericuetos de la vida, habían alejado. Ahora que encuentran el libro, incluso se ponen en contacto conmigo, mediante internet, y hasta me envían el libro pidiendo dedicatorias. Todos, sin excepción, son mis amigos. Y hasta que me demuestren lo contrario, lo seguirán siendo.
La mayoría de ellos se encuentran fuera de Cuba. Otros, entre un más allá y un más acá. Y la minoría en la Isla (archipiélago).


Los hay, que me han recomendado tener mucho cuidado! Pero si las condiciones fuesen otras, tal vez. Cuando un régimen agoniza, no tiene tiempo para dedicarlo a gente insignificante (como yo) aunque les duela lo que escribo. Otros han llegado a preguntarme el por qué me fui de Cuba. Otros me dicen, que por nada del mundo regrese a la nación en descomposición.

Mucho antes de salir de Cuba, dedicaba muchas horas a leer y a escribir. Incluso llegué a inscribirme en un curso, no sé si de periodismo. No pude acabarlo. Lo que sí pude fue, no dejar de escribir. Al menos el libro, que por supuesto sabía que nunca sería publicado en territorio de la dictadura totalitaria de los hermanos Castro Ruz.

El intentar echar raíces en otro país me obligó a dedicar mucho tiempo en otras actividades y aunque no dejase de leer me era imposible concentrarme en ningún tipo de escritura.
Me llamaba mucho la atención que, fuera de Cuba, los aspectos de la sociedad cubana no fueran apreciados en su justa magnitud. Tal vez debido a que la idea que yo tenía, del país en que me había radicado, sería demasiado épica.
Lo cierto es que cada país es un mundo. Este mundo donde resido tiene más emigrantes que el nuestro. La diferencia estriba en que sus propiedades son respetadas y no tienen que estar renovando pasaportes cada dos anos para entrar y salir del país.

Me asombra leer, del deterioro “irreversible” del barrio de “Jesús María”. Sobre todo, en el ano 2018, cuando en el 2003 ya se encontraba en un estado tan lamentable como toda Centro-Habana y parte de La Habana Vieja.
No, yo no me crié allí: SOLA-VAYA! Pero tenía amigos y amigas, que no por ser un barrio conflictivo para nada lo fuesen. Vamos, que en todas partes hay gente decente (a la cubana). 
Es muy cierto lo que dice la autora del relato: La vileza, la apatía y el resentimiento no solo campean por “Jesús María”. Es en toda Cuba.

Tal vez la juventud de Ana no le haya permitido viajar por la isla. Ahora bien, yo si había vivido en carne propia la depauperación de una nación y a mi edad ya no estaba en condiciones de continuar viviendo en la más absoluta miseria.
No, no es que deseara yates, ni casas grandes y lujosas, mucho menos autos de alta gama. No. yo tan solo deseaba tener que llevarme a la boca en desayuno, almuerzo y comida y un techo sobre mi cabeza, que gracias a mis padres nunca me faltó. Lo del techo, quiero decir.


Al contrario de Ana creo, que a estas alturas no es que peligre el futuro de Cuba. Es que Cuba no tiene futuro. Tampoco soy de la opinión que las revolución se nos haya ido de la mano. En todo caso se le fue de la mano a Fidel Castro. Imposible que el pueblo pudiera defender algo que nos fue impuesto (a sangre y fuego) por una dictadura mal llamada del proletariado. Contra eso no hay defensa posible desde la razón y la humanidad.
Es que hoy no tenemos, tan siquiera, un sistema político. Es imposible pretender dirigirse hacia la democracia a golpe de totalitarismo. Si no me creen, estudien el nuevo proyecto de constitución y fíjense en que por sobre la misma se encuentra el Partido (único e irreversible) Comunista. 

En un sistema democrático no puede existir nada sobre la Carta Magna. A partir de ahí, poco importa si la población está envejecida. Envejecida por el propio régimen totalitario, capaz de permitir el éxodo de sus mejores hijos en cifra de 250 mil, de acuerdo al tratado de las 20 mil visas anuales.

La educación, al igual que todo lo demás ha sido el cuento de la “buena pipa”. Una institución como la escuela normal de maestros tirada a mondongo, por la improvisación de maestros sin preparación alguna, dan como resultado alumnos cada vez menos preparados. Y si fuera solamente alumnos del sistema básico de ensenanza, pero no. Lo mismo sucede en medicina, arquitectura, ingeniería etc.

Ana, te puedo asegurar que hace ya mucho tiempo que vi, con mucha vergüenza ajena, perder la decencia por mucho menos que un cartón de huevos. Te pregunto: Que es lo que queda bueno en Cuba? La virtud también se fue de Cuba. No pierdas tiempo excavando para encontrarla.
La multiplicación exponencial de la ruina, la hostilidad, el maltrato, la vulgaridad, la holgazanería y sobretodo la ignorancia hacen de Cuba un lugar propicio para fecundar socialismos. Nadie con semejantes títulos nobiliarios se puede enfrentar a la satrapía que les oprime.
Corto y pego: “Casi todos mis amigos y colegas lo han hecho, con gran pena para esta Isla que no puede prescindir de tanta excelencia en el ámbito profesional. Con la partida de cada uno de ellos, Cuba ha dado diez pasos atrás en el camino hacia un futuro mejor.
Pero Ana, es que esto viene sucediendo desde 1959. Esto no es de ahora. Hasta cuando?


El ejemplo del diputado y su léxigo barrio-bajero, me recuerda a aquel delegado del Partido en Camagüey (1970) que decía en un discurso atropellado: “Porque no nos podemos comer toda la comida, tenemos que guardar algo para las generaciones futuras”. Que ha cambiado en casi 50 anos? Nada.

En relación a la futura construcción de una democracia (la oportunidad la tendrán) no les quedará otra que utilizar el capital humano del exterior, que esté dispuesto. La mediocridad que queda en la isla no rebasaría las expectativas de Haití. Esa es una realidad que no me quiero imaginar.

No tuve, ni tengo ninguna razón para regresar (de visita) o quedarme en Cuba. Nada allí me pertenece, ni tan siquiera mis suenos. Es verdad que el cubano que emigra no marca ninguna diferencia. El que se queda, tampoco. Que te parece? Acaso se puede hacer algo? Escribiendo? Se puede escribir mucho y bien, pero si no llega al público, es como arar en el mar.

Y dalo por sentado, nunca volverás a ser docente mientras dure el sistema totalitario. Ya sea porque no te dejen, sea porque te de asco tener que ensenar lo que te ordenan.
Quién eres tu para aceptar o no que el Departamento de Seguridad del Estado (DSE) te acuse de contra-revolucionaria? Te disminuye y bien. Eres una gusana despreciable en tu propio país. Aceptar ese vejamen no es una opción, es un hecho irrebatible.
Desgraciadamente (para ti) ya eres parte de aquello, pero tan parte que te es imposible desprenderte. 
Tienes derecho y no dudes que te darán, en algún momento, la posibilidad de expresarte en cualquier plataforma que elijas, pero pagarás el precio.

Vamos a ver Ana, todos sabemos que en Cuba, el que no tiene de Congo, tiene de Carabalí. Y tu abuela donde está? Con esto, que aparentemente no tiene que ver con la delincuencia, te quiero decir que hoy en día el cubano que no hurta, roba y el que no roba defalca. De manera que no la tienen muy difícil para inventarte alguna tropelía. A que escrúpulos te refieres? Eres de las que todavía creen en los reyes magos? La dictadura perdió los escrúpulos hace mucho tiempo.

Te deseo lo mejor en ese, tu entierro voluntario.


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miércoles, 25 de julio de 2018

Enriquecerse no es glorioso sino repugnante



Enriquecerse no es glorioso sino repugnante: El elemento más importante, que tratan de pasar de contrabando, es la incorporación de un inquietante Consejo de Defensa Nacional, del que se afirma que es “un órgano superior del Estado'

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domingo, 15 de julio de 2018

China toma medidas contra rechazo al pago en efectivo

El Banco Central Europeo, por el contrario, incentiva la nefasta práctica. Pretextos? Muchos! Lavado de dinero, lucha contra el tráfico de droga y "evitar el terrorismo".  La verdad es que, estas medidas, están afectando los negocios de las PYMES.



China toma medidas contra rechazo al pago en efectivo: El Banco Central de China diseña medidas contra la negativa de muchos negocios privados y públicos a aceptar pagos en efectivo e intentar obligar a los usuarios al uso de la extendida opción digital. La entidad dará ese paso ante las continuas quejas de ciudadanos imposibilitados de saldar sus cuentas con dinero físico.

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Презентация нового сверхбыстрого вертолёта США Sikorsky S-97 Raider



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lunes, 2 de julio de 2018

El blog de Iván García y sus amigos: Si quiere una buena atención médica...

El blog de Iván García y sus amigos: Si quiere una buena atención médica... : Las tiñosas vuelan a baja altura en busca de carroña y el ciel...